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Diabetes: hemoglobina glicosilada

diabetesmagnifyer.jpgA HealthGest Laboratório passou a incluir nos resultados de Hemoglobina glicada os valores do padrão NGSP[1], IFCC[2] e a Glicose Média Estimada (GME).  

Para monitorizar o controlo do diabetes, a hemoglobina glicada [Hemoglobina glicosilada, Hemoglobina A1c] é relatada como uma percentagem, e o objectivo recomendado do tratamento é mantê-la abaixo de 7,0%. O resultado do exame pode incluir também a glicose média estimada, que é um resultado calculado com base no nível de hemoglobina glicada. A finalidade disso é relacionar o resultado da hemoglobina glicada com os níveis diários de glicose no sangue.

A fórmula da glicose média estimada converte a percentagem de hemoglobina glicada em unidades de glicemia (mg/dL), para que o resultado possa ser comparado com os resultados da glicémia obtidos em um laboratório ou com um sistema doméstico de monitoração.

Deve ser lembrado que a glicose média estimada é uma avaliação da média da glicemia nos últimos dois meses, e não corresponde a nenhuma dosagem de glicose isolada. A American Diabetes Association adoptou esse cálculo e apresenta no seu site da Internet uma calculadora com informações sobre glicose média estimada.

O controlo do diabetes visa manter a hemoglobina glicada próxima de 6,0% sem que haja hipoglicemia excessiva. Quando aumentam os valores da hemoglobina glicada e da glicose média estimada, aumenta o risco de complicações.

Veja um exemplo da expressão de resultados que estamos a utilizar:

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Para triagem e diagnóstico, os resultados podem ser os seguintes:

 

·         Não diabéticos: hemoglobina glicada entre 4,0% e 6,0% (glicose média estimada 68-126 mg/dL)

·         Diabetes: hemoglobina glicada 6,5% (140 mg/dL) ou mais

·         Pré-diabetes (risco aumentado de desenvolver diabetes no futuro): hemoglobina glicada 5,7% - 6,4% (117-126 mg/dL)

Notas:

1.       A hemoglobina glicada não reflecte aumentos ou diminuições passageiras da glicemia. As oscilações de glicemia no diabetes “instável” não são detectadas.

2.       Pessoas com variantes da hemoglobina, como a hemoglobina S da anemia falciforme, têm quantidades menores de hemoglobina A. Isso pode diminuir a utilidade da hemoglobina glicada no diagnóstico e na monitoração do diabetes. Anemia, hemólise e sangramento intenso podem diminuir os resultados. Os resultados podem aumentar na deficiência de ferro. Pacientes que receberam transfusões de sangue têm resultados altos porque as soluções usadas para preservar o sangue têm níveis altos de glicose. Em todos esses casos, a hemoglobina glicada não reflecte a glicémia dos últimos dois a três meses.



[1] National Glycohemoglobin Standardization Program

[2]  International Federation of Clinical Chemistry

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